André Carvalho

 

André Carvalho é um contrabaixista e compositor cujo trabalho foi descrito pela AllAboutJazz como “deste e do outro mundo”. Nate Chinen do The New York Times referiu Carvalho como um contrabaixista “que devem conhecer”. A residir em Nova Iorque desde 2014, André tocou com nomes importantes do Jazz como Chris Cheek, Will Vinson e Tommy Crane. Os créditos das suas performances vão desde o Colors Jazz Festival (Paris), o Cairo Jazz Festival e o Jazz Festival Ljubliana, a locais como Blue Note (Nova Iorque), Konzerthaus Berlin e Casa da Música (Porto).
De entre os muitos prémios que recebeu estão o “Prémio Carlos Paredes 2012” (com o seu disco de estreia Hajime) e o “Best Group” no Bucharest International Jazz Competition 2011. Foi ainda várias vezes vencedor de bolsas da Fundação GDA, nomeadamente para gravar o seu segundo álbum Memória de Amiba e o novo álbum Lost in Translation e também digressões com os seus grupos em 2017 e 2019.
Elogiado pelos media como “um estudo sonoro de contrastes” (NYJazzRecords), o seu terceiro álbum “The Garden of Earthly Delights”, considerado para os Grammy 2019, saiu pela editora americana Outside in Music. André apresentou-o pela Europa e pelos EUA em locais como o Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa), Blue Note (Nova York), Color Jazz Fest (Paris) e o Centro Andaluz de Arte Contemporânea (Sevilha). A suíte em 11 movimentos, escrita para sexteto, foi inspirada no enigmático tríptico do pintor holandês Hieronymus Bosch – “The Garden of Earthly Delights”.
A esfera de acção do seu trabalho estende-se muito para além do Jazz. Com Gilberto Gil, André fez uma digressão pela Europa, apresentando a nova ópera “Prelúdio” da lenda viva da música brasileira. A colaboração incluiu a Nova Ópera de Lisboa e o grupo de percussão Cortejo Afro, que estreou partes do novo trabalho em locais como o Barbican Center (Londres) e a Finlândia Talo (Helsinque).

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